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Proteção completa contra 4 doenças em uma única dose!
A vacina tetraviral oferece proteção contra sarampo, caxumba, rubéola e varicela (catapora) em uma única aplicação. Estas doenças podem causar complicações sérias como pneumonia, encefalite, meningite e, no caso da rubéola em gestantes, malformações congênitas graves. Garanta a proteção completa do seu filho com a vacina tetraviral!
Proteção completa contra 4 doenças em uma única dose!
A vacina tetraviral oferece proteção contra sarampo, caxumba, rubéola e varicela (catapora) em uma única aplicação. Estas doenças podem causar complicações sérias como pneumonia, encefalite, meningite e, no caso da rubéola em gestantes, malformações congênitas graves. Garanta a proteção completa do seu filho com a vacina tetraviral!
Vacine-se agora e evite
complicações!
Por que tomar a vacina tetraviral?
Proteção contra quatro doenças
Uma única aplicação protege contra sarampo, caxumba, rubéola e varicela (catapora).
Redução do desconforto
Diminui o número de injeções necessárias, tornando a vacinação menos traumática para as crianças.
Alta eficácia comprovada
Proporciona níveis elevados de proteção individual e contribui para a imunidade coletiva.
Observação: A vacina tetraviral é uma excelente opção para reduzir o número de injeções, tornando a experiência de vacinação menos traumática para as crianças, mantendo a mesma eficácia da proteção.
Indicação:
Crianças de 15 meses - Como segunda dose, após receber a primeira dose da tríplice viral aos 12 meses (esquema do SUS).
Crianças a partir de 12 meses - Na rede privada, pode ser utilizada no esquema de duas doses com intervalo de 3 meses.
Crianças, adolescentes e adultos - Para atualização da caderneta vacinal, quando necessário proteção contra as quatro doenças.
Observação: A vacina tetraviral é uma excelente opção para reduzir o número de injeções, tornando a experiência de vacinação menos traumática para as crianças, mantendo a mesma eficácia da proteção.
Crianças de 15 meses - Como segunda dose, após receber a primeira dose da tríplice viral aos 12 meses (esquema do SUS).
Crianças a partir de 12 meses - Na rede privada, pode ser utilizada no esquema de duas doses com intervalo de 3 meses.
Crianças, adolescentes e adultos - Para atualização da caderneta vacinal, quando necessário proteção contra as quatro doenças.
Indicação:
Alta eficácia comprovada
Proporciona níveis elevados de proteção individual e contribui para a imunidade coletiva.
Redução do desconforto
Diminui o número de injeções necessárias, tornando a vacinação menos traumática para as crianças.
Proteção contra quatro doenças
Uma única aplicação protege contra sarampo, caxumba, rubéola e varicela (catapora).
Vacine-se e
previna
complicações
graves!
Por que tomar a vacina tetraviral?
Vacine-se agora e evite
complicações!
Sarampo
Doença altamente contagiosa que pode causar pneumonia, encefalite (inflamação cerebral) e morte em casos graves.
Rubéola congênita
Quando a rubéola afeta gestantes, pode causar aborto espontâneo, morte fetal ou graves malformações no bebê.
Complicações da caxumba e varicela
A caxumba pode causar meningite, inflamação testicular e infertilidade. A varicela pode evoluir para pneumonia, infecções bacterianas graves e encefalite.
Aviso: A não vacinação aumenta o risco de surtos e epidemias, colocando em risco a saúde pública. O Brasil já eliminou o sarampo e a rubéola nativos, mas casos importados podem causar surtos em populações não vacinadas.
Aviso: A não vacinação aumenta o risco de surtos e epidemias, colocando em risco a saúde pública. O Brasil já eliminou o sarampo e a rubéola nativos, mas casos importados podem causar surtos em populações não vacinadas.
O que acontece se
não vacinar?
Sarampo
Doença altamente contagiosa que pode causar pneumonia, encefalite (inflamação cerebral) e morte em casos graves.
Rubéola congênita
Quando a rubéola afeta gestantes, pode causar aborto espontâneo, morte fetal ou graves malformações no bebê.
Complicações da caxumba e varicela
A caxumba pode causar meningite, inflamação testicular e infertilidade. A varicela pode evoluir para pneumonia, infecções bacterianas graves e encefalite.
Dúvidas frequentes
O que é a vacina tetraviral?
A vacina tetraviral (SCRV) protege contra quatro doenças: sarampo, caxumba, rubéola e varicela (catapora). É uma combinação da vacina tríplice viral (SCR) com a vacina contra varicela, reduzindo o número de injeções necessárias.
Quando a vacina tetraviral deve ser aplicada?
No Brasil, a vacina é geralmente aplicada em uma dose aos 15 meses de idade como reforço para crianças que já receberam a primeira dose da tríplice viral aos 12 meses. Na rede privada, pode ser utilizada em duas doses a partir dos 12 meses com intervalo mínimo de 3 meses entre as doses.
Quais são os benefícios da vacina tetraviral?
A vacina oferece proteção contra quatro doenças potencialmente graves com uma única aplicação, reduzindo o número de injeções, o desconforto para a criança e o número de visitas ao serviço de saúde. A eficácia é alta, sendo de aproximadamente 95% para sarampo, 88% para caxumba, 97% para rubéola e 85% para varicela.
Quais são os possíveis efeitos colaterais?
Os efeitos colaterais mais comuns incluem dor e vermelhidão no local da aplicação, febre baixa, irritabilidade e erupções cutâneas leves. Entre 5 e 12 dias após a vacinação, algumas crianças podem apresentar febre, manchas vermelhas pelo corpo ou pequenas bolhas semelhantes à catapora em casos raros. Reações graves são extremamente raras.
Existem contraindicações para a vacina tetraviral?
A vacina não é recomendada para gestantes, pessoas com imunodeficiências graves, alergia grave a componentes da vacina (como gelatina e neomicina), histórico de reação anafilática à dose anterior da vacina, e pessoas em tratamento com imunossupressores ou corticosteroides em altas doses.
A vacina tetraviral pode causar autismo?
Não. Diversos estudos científicos rigorosos demonstraram que não há relação entre a vacina contendo o componente contra sarampo (presente na tetraviral) e o desenvolvimento de autismo. Esta informação falsa surgiu de um estudo fraudulento que foi retratado e cujo autor perdeu o registro médico.
Dúvidas frequentes
O que é a vacina tetraviral?
A vacina tetraviral (SCRV) protege contra quatro doenças: sarampo, caxumba, rubéola e varicela (catapora). É uma combinação da vacina tríplice viral (SCR) com a vacina contra varicela, reduzindo o número de injeções necessárias.
Quando a vacina tetraviral deve ser aplicada?
No Brasil, a vacina é geralmente aplicada em uma dose aos 15 meses de idade como reforço para crianças que já receberam a primeira dose da tríplice viral aos 12 meses. Na rede privada, pode ser utilizada em duas doses a partir dos 12 meses com intervalo mínimo de 3 meses entre as doses.
Quais são os benefícios da vacina tetraviral?
A vacina oferece proteção contra quatro doenças potencialmente graves com uma única aplicação, reduzindo o número de injeções, o desconforto para a criança e o número de visitas ao serviço de saúde. A eficácia é alta, sendo de aproximadamente 95% para sarampo, 88% para caxumba, 97% para rubéola e 85% para varicela.
Quais são os possíveis efeitos colaterais?
Os efeitos colaterais mais comuns incluem dor e vermelhidão no local da aplicação, febre baixa, irritabilidade e erupções cutâneas leves. Entre 5 e 12 dias após a vacinação, algumas crianças podem apresentar febre, manchas vermelhas pelo corpo ou pequenas bolhas semelhantes à catapora em casos raros. Reações graves são extremamente raras.
Existem contraindicações para a vacina tetraviral?
A vacina não é recomendada para gestantes, pessoas com imunodeficiências graves, alergia grave a componentes da vacina (como gelatina e neomicina), histórico de reação anafilática à dose anterior da vacina, e pessoas em tratamento com imunossupressores ou corticosteroides em altas doses.
A vacina tetraviral pode causar autismo?
Não. Diversos estudos científicos rigorosos demonstraram que não há relação entre a vacina contendo o componente contra sarampo (presente na tetraviral) e o desenvolvimento de autismo. Esta informação falsa surgiu de um estudo fraudulento que foi retratado e cujo autor perdeu o registro médico.